Não sei com vieste aqui parar,
nem o porque.
Passam mais que mil e uma razão em nossas cabeças,
que olhando em seus olhos de perturbados,
com uma grande ansiedade de correm por ajuda,
quem és tu?
ignorado por tanta gente,
que se esquece que não sabem o seu dia de amanha.
Palavras e só palavras ouço eu por esta vida fora,
"não desprezem estes pobres coitados" pois para mim quem diz isso e o primeiro a desprezar esta tamanha pobreza,
que correr neste mundo.
Deitados com sofrimento e com esperança que o dia de amanha melhor,
como a chuva passa para o sol.....
Era bom que fosse assim,
mas não infelizmente não é e nunca será assim......
a pobreza existe mesmo em frente de nós......
Deitados, sentados ai estão eles pedindo auxilio e ajuda.
Mas como?
se são ignorados constantemente por nós.
eles não estão a roubar nada!
Pedem só uma mão e comida.
Na nossa sociedade por muitas vezes a campanhas que tentam ajudar, mas isso não basta,
com e possível, ajudar se constantemente a sempre alguém que diz:
"vai trabalhar que tens bom corpo"
Não podemos ver só este campo.
Se este ignorado por nós esta aqui e porque tem razões.
Quantas e quantas vezes já não nos passou pela cabeça que o dia de amanha nunca sabemos se estaremos piores que eles.
Não devíamos pensar em ignorar quem ali esta sentado, com uma tristeza enorme quem nem sequer consegue dar um sorriso sem motivo.
Se lhe dermos nem que seja uma palavra um sorriso ou até mesmo um pedaço de pão ele sorrirá.
TENTA NÃO IGNORAR O MENDIGO SE PASSARES POR ELE PORQUE UM DIA SERÁS TU QUE IRÁS PRECISAR E ELE ESTARÁ ALI PARA TE AJUDAR........IGNORAR SEJA O QUE FOR É PERDER UM POUCO A SUA ELEGÂNCIA E SABEDORIA
Achei este escrito tão pertinente quanto interessante.
ResponderEliminarContudo, apraz-me realçar o quanto é a forma fantástica dos seres humanos deste tempo se tornarem e até, se subjugarem a mendigos contemporâneos.
Vejo vezes tantas o povo virar costas à clareza dos ensinamentos e se equiparem mediucremente de vestes vulgares e fáceis do quotidiano fútil...obviamente que, amanhã se reclamarão do infurtúnio ou, quiçá talvez, da falta de oportunidade e de igualdade...pois bem, muitos são os que para lá se preparam pela singularidade das suas acções e atitudes e, outros pela forma como olham e retratam os demais que sempre os não tornaram próximos dos sem caminhos...
Existe muita forma de ver, ser e dicutir este tema da mendigagem.
Gostei do tema mas, não o subscreveria na sua plenitude...ouso pensar que carece de uma imagem mais real, menos acusadora e até inquisidora...o outro poderá fazer algo, mas mais que o outro, deve cada um fazer por si...respeitando sempre o outro...ignorar, é por si só, falta de respeito e dignidade humana...futilidade, ligeireza e vulgaridade, encaminham e acabam por enquadrar e agrupar este tipo de viventes...
Remato este meu comentário com uma palavra de apreço pelo teu escrito.
"sda"
Achei este escrito tão pertinente quanto interessante.
ResponderEliminarContudo, apraz-me realçar o quanto é a forma fantástica dos seres humanos deste tempo se tornarem e até, se subjugarem a mendigos contemporâneos.
Vejo vezes tantas o povo virar costas à clareza dos ensinamentos e se equiparem mediocremente de vestes vulgares e fáceis do quotidiano fútil...obviamente que, amanhã se reclamarão do infurtúnio ou, quiçá talvez, da falta de oportunidade e de igualdade...pois bem, muitos são os que para lá se preparam pela singularidade das suas acções e atitudes e, outros pela forma como olham e retratam os demais que sempre os não tornaram próximos dos sem caminhos...
Existe muita forma de ver, ser e dicutir este tema da mendigagem.
Gostei do tema mas, não o subscreveria na sua plenitude...ouso pensar que carece de uma imagem mais real, menos acusadora e até inquisidora...o outro poderá fazer algo, mas mais que o outro, deve cada um fazer por si...respeitando sempre o outro...ignorar, é por si só, falta de respeito e dignidade humana...futilidade, ligeireza e vulgaridade, encaminham e acabam por enquadrar e agrupar este tipo de viventes...
Remato este meu comentário com uma palavra de apreço pelo teu escrito.
"sda"